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Plate Tectonics

How the movement of Earth's plates creates earthquakes worldwide

As placas tectônicas são uma das maiores descobertas científicas do século XX. A superfície da Terra está dividida em cerca de uma dúzia de grandes placas litosféricas que se movem a velocidades de 2 a 15 cm por ano. Placas principais: placas do Pacífico, da América do Norte, da América do Sul, da Eurásia, da África, da Indo-Australia e da Antártica. Os limites das placas vêm em três tipos: 1. Limites convergentes (destrutivos): as placas se movem uma em direção à outra. Quando a placa oceânica encontra a placa continental, a placa oceânica mais densa subdivide-se abaixo, formando fossas oceânicas profundas e arcos vulcânicos. A Fossa do Japão, a Fossa das Marianas e a Fossa Peru-Chile são exemplos. Quando duas placas continentais colidem, formam-se enormes cadeias de montanhas – os Himalaias são o produto da colisão Índia-Eurásia, que ainda hoje se eleva. 2. Limites divergentes (construtivos): as placas se afastam, o material do manto sobe para formar uma nova crosta. A Dorsal Meso-Atlântica é o melhor exemplo, alargando-se a cerca de 2,5 cm/ano. A Islândia fica diretamente nesta cordilheira, explicando o seu frequente vulcanismo e sismicidade. 3. Limites de transformação: as placas deslizam umas sobre as outras horizontalmente. A mais famosa é a falha de San Andreas, na Califórnia, onde a placa do Pacífico desliza para noroeste em relação à América do Norte. A maioria dos terremotos ocorre nos limites das placas. O cinturão sísmico mais ativo do mundo – o Cinturão Circum-Pacífico (Anel de Fogo) – é o limite da Placa do Pacífico. Global Earthquake Monitor — Dados sísmicos em tempo real em 14 idiomas Sobre Termos de Privacidade Dados: USGS Este site usa cookies do Google para fornecer e melhorar a qualidade de seus serviços e para analisar o tráfego. Entendi! (function(){if(!localStorage.getItem('eq-cookie'))document.getElementById('eqCookie').classList.add('show')})()